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[VÍDEO] Em busca do LOW KICK perfeito

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Eu sempre gostei de assistir as lutas pra ver as diferenças técnicas dos atletas. Tem gente que gosta de ver só o sangue, já eu sempre gostei da estratégia e de como um cara enfrenta o adversário com a cabeça, não só com os músculos. As sutilezas que o grande público não percebe é que definem o que é a arte dentro da porradaria.

Por exemplo, os boxeadores só podem golpear com as mãos, então jab, direto, gancho e upper – além de terem que ser executados tecnicamente bem – têm que ser multiplicados por mil variações e posicionamentos, colocados antes ou depois de esquivas e pêndulos, pois eles só têm as mãos. E nós, que temos as oito armas? Sacou a magia?

Como Reni Fraga disse no podcast do Muaythai Debate, no nível profissional todo mundo tem acesso ao mesmo treino e à mesma preparação física – estão todos parelhos, então o que vai diferenciar é o nível técnico dos atletas e treinadores.

Para sair do limbo, precisamos enxergar além, e para enxergar além, precisamos raciocinar e amadurecer nossa visão de luta.

A verdade sobre chutes na perna
Alguns treinadores nem fazem questão que seus atletas chutem perna, e nem ensinam isso, pelos seguintes motivos:

  1. Chutes na coxa podem machucar muito o adversário, mas aplicar um low kick e errar pode ser muito doloroso, e pode causar microfraturas ou mesmo fratura na tíbia (osso da canela), e abrir cortes na camada de pele frontal que a reveste.
    Isso porque o chute na perna é um golpe de muita força, uma vez que a perna não precisa subir, toda a potência é projetada à frente – e bloquear um chute na perna é mais fácil que um chute no tronco pelo mesmo motivo: o oponente não precisa levantar muito a perna. Além disso, corre-se o risco de chutar um joelho ou de pegar só o peito do pé (quem nunca?).
  2. Regra: chutes no tronco são mais difíceis de acertar de forma limpa, exigem mais postura e equilíbrio, e entram na contagem de pontos. Chutes na perna só vão ser eficazes se realmente tirarem o adversário da base e machucarem muito, ao ponto de prejudicar postura, força e equilíbrio do atleta (não se segurando em pé).

Mas se mesmo assim você quiser bater low kick, fique atento:
Não existe uma forma única de fazer as coisas: não existe uma só religião, não existe uma só arte marcial e não existe uma só maneira de bater o low kick. Por isso hoje eu compartilho com vocês as quatro formas básicas que eu enxergo de golpear uma perna.

Pode até ser que alguém diga: – Que nada, chute na perna é tudo igual! Aliás, vou confessar que depois que eu comecei a usar mais o YouTube compartilhando o pouco que sei, um ou outro diz que as paradas são uma merda…

E eu já tava um pouco pilhado com isso, mas aí o Eliverton Silva (um Salve pro Clã dos Lobos – Acre e Bolívia) falou que tava massa, que eu continuasse porque estava ajudando a abrir a visão dele… Ah, então mano, foda-se. Se um cara a 3 mil km de distância de mim tá podendo ser ajudado com meu trampo, então tô cumprindo meu papel no Acervo e no mundo né não?!

Se esse vídeo aí te ajudar, se inscreve no canal e deixa teu like.

 

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